Plano de Saúde Coletivo por Adesão

O que são Planos de Saúde Coletivos Por Adesão?
São planos de saúde direcionados a profissionais afiliados a entidades de classe como sindicatos e associações.

O plano de saúde coletivo é aquele contratado por uma empresa, conselho, sindicato ou associação junto à operadora de planos de saúde para oferecer assistência médica e/ou odontológica às pessoas vinculadas a essa empresa e aos dependentes dessas pessoas. Pode ser um plano de saúde coletivo empresarial ou coletivo por adesão.

Quem pode contratar o Plano de Saúde coletivo por Adesão?
Os empregados ou servidores públicos, demitidos e aposentados, sócios, administradores e estagiários da empresa contratante. Como dependentes, seus familiares podem participar, respeitados os graus de parentesco previstos na legislação: até o 3º grau de parentesco consanguíneo, até o 2º grau de parentesco por afinidade e cônjuge ou companheiro.

Quais as principais diferenças entre Plano Pessoa Física e Plano Coletivo Por Adesão?
O reajuste dos Plano Pessoa Física (PPF) é determinado pela ANS (Agência Nacional de Saúde), o Coletivo Por Adesão (CPA) é determinado pela Administradora, nos planos CPA há uma análise de aceitação do usuário, no PPF a aceitação é obrigatória, no CPA pode haver limite de idade para aceitação do PPF não existe este limite, no CPA o seu contrato é com a Entidade de Classe e Administradora, no PPF é direto com a Operadora.

Por que os Planos de Saúde Coletivos Por Adesão são mais econômicos?
Vários fatores contribuem para isso, a seleção dos usuários em sua entrada, mas a principal é a liberdade de reajuste ser feito através da sinistralidade, ou seja se o grupo a qualquer tempo do contrato ultrapassar o limite estabelecido, pode haver o reajuste da mensalidade, assim sendo o plano pode ser comercializado sem nenhum tipo de valor extra.

Nosso corretores de planos de saúde e de convênios médicos estão preparados para esclarecer quaisquer dúvidas que você tiver referente a contratação e aos serviços prestados por cada operadora.

Dúvidas Frequentes

Contrato que garante a cobertura de custos (gastos) com assistência médica, hospitalar e ambulatorial, a ser prestada pela Rede Assistencial, em conformidade com a lei 9.656/98 aos usuários devidamente inscritos.

Segundo a lei que regulamenta o setor de planos de saúde os direitos por parte das operadoras se iniciam a partir de 24 horas da assinatura e aprovação do contrato, e este atendimento ao princípio fica restringido aos acidentes pessoais e urgências – emergências acontecidos após esse tempo e não relacionados a problemas de saúde anteriores. Mesmo se tratando de um direito garantido por lei há restrições de tempo e procedimentos que devem ser cuidadosamente lidos no contrato.

São aquelas lesões ou doenças existentes no momento de ser incluído no contrato. Em tais condições, obrigatoriamente, haverá uma clausula que vai exigir maior permanência no plano para ter direito a cobertura de eventos cirúrgicos e procedimentos de alta complexidade diretamente relacionada com essa doença. Nestes casos, o prazo de carência (permanência no plano) nunca será maior que 24 meses.

É toda doença ou lesão que atinge estado prolongado ou irreversível, sujeita ao aparecimento de complicações e períodos de manifestação aguda dos sintomas. Exemplos: diabetes em estado avançado, câncer, insuficiência grave do coração, etc.

São doenças e/ou deformidades com a qual a pessoa nasce e com manifestações aguda dos sintomas a qualquer tempo.

É a restituição ao usuário do plano de saúde de despesas médicas efetuadas por ele desde que especificados em contrato e dentro de limites financeiros. Acontece geralmente quando o usuário não utiliza a rede indicada de atendimento; ele paga a despesa com o seu dinheiro e pede de volta os valores, ou parte dele, à operadora do plano de saúde.

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